Semana da Mulher: SPTC participa de roda de conversa sobre violência

Fonte: A A A

Com o tema Violência contra as Mulheres: Desmistificar para Enfrentar, a Equipe Técnica do Setor de Atuação Contra a Violência Doméstica do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (Savid) promoveu, na manhã da última quinta-feira (08.03), a primeira Mesa Redonda da Semana da Justiça Pela Paz em Casa. Realizado na Universidade Salgado de Oliveira (Universo), o evento integrou a programação da Semana, que terminou no sábado (10).

Durante o encontro, as palestrantes abordaram as questões da violência contra as mulheres, assim como promoveram debates sobre a desigualdade de gênero. Na ocasião, a psicóloga Lara César, da equipe técnica do Savid, afirmou que o tema possibilita  desmistificar a desresponsabilização dos homens e a culpabilização das mulheres. “Para combater a violência doméstica contra as mulheres, nós precisamos entender que mitos são esses que acabam sustentando as agressões contra as mulheres”, afirmou Lara.

Além dela, a assistente social do Savid, Sherloma Starlet, abordou a violência na fase do namoro. Para ela, a Lei Maria da Penha não protege apenas mulheres casadas. “Boa parte dos namoros, com o passar do tempo, chegam num ponto em que não tem como ter uma relação de mutualidade”, ressaltou Starlet. De acordo com ela, namorados, maridos e até mesmo os “crushs” devem ser denunciados por ato de violência contra a mulher, conforme prevê a Lei Maria da Penha.

A perita criminal, Gisele Xavier, também tratou sobre violência de gênero como aspecto da violência em relação à mulher. “Trouxe para a mesa redonda uma série de perspectivas e reflexões do aspecto da vida da mulher, bem como de condutas que acabam em violência física”, explicou Gisele Xavier.

Ainda na mesa redonda, a psicóloga e professora Malu Moura considerou valorosa a reunião, no sentido de dar visibilidade e de refletir a realidade social com relação às questões da violência contra as mulheres. Na oportunidade, ela elogiou a iniciativa proposta pelo Poder Judiciário em permitir com que a sociedade construa medidas que promovam o conhecimento e ajudem na desigualdade de gênero.

Fonte: Centro de Comunicação Social do TJGO

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