Destaque Nacional: Lab. de DNA da SPTC é o 3º mais efetivo do país em investigações, segundo Relatório do Min. da Justiça

Fonte: A A A

Nesta semana, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou o Relatório Semestral da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos. Na publicação, a Polícia Técnico-Científica do Estado de Goiás se destaca, ocupando o 3º lugar nacional em efetividade e 7º lugar em número de Perfis Genéticos armazenados no Banco.

Em outras palavras, a Polícia Científica goiana é a 3ª do país que mais oferece respostas efetivas às investigações, o que ocorre quando uma amostra relacionada a um caso coincide geneticamente com o DNA coletado de um condenado. A equipe do Laboratório de Biologia e DNA Forense (LBDF) é também a 7ª colocada, quando o assunto é inclusão de novos perfis (DNA de presos, bem como provenientes de amostras relacionadas a casos sob investigação).

Equipe do Laboratório de Biologia e DNA Forense (LBDF) da Polícia Científica.

Equipe do Laboratório de Biologia e DNA Forense (LBDF) da Polícia Científica.

Desde o último Relatório (de Nov-2018), o Banco de Perfis Genéticos da Polícia Científica cresceu 119% em número total de Perfis Genéticos, sendo:

+189% para os Perfis (DNA) de Condenados, de acordo com a Lei 12.654/2012;

+81% para os Perfis (DNA) de Restos Mortais não identificados (p/ fins de identificação, úteis em casos de desaparecimentos);

+91% para as coincidências (“matches”) entre vestígios de diferentes casos (o que mostra ligação entre os mesmos);

+72% para as coincidências (“matches”) entre vestígios e condenados (o que comprova envolvimento do indivíduo no crime sob investigação, depois que o mesmo deixou o Sistema Prisional); +166%, quando consideramos crimes cometidos em outras Unidades da Federação (UF); e

+52% em relação às investigações auxiliadas pelo Banco; +57%, quando consideramos investigações que envolvem Polícias de outras UF.

Todo esse crescimento se deve aos esforços das equipes do LBDF na coleta e processamento de amostras de condenados e de vestígios; bem como das equipes de campo e de Medicina Legal da Polícia Científica, que os detectam e os encaminham ao Laboratório. Sem deixar de fora, claro, os profissionais dos Núcleos Regionais de Polícia, que realizam coletas de condenados nas unidades prisionais no interior do Estado.

POLÍCIA CIENTÍFICA: ciência a favor da verdade!

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